Sóciobiodiversidade sãoo bens e serviços gerados a partir de recursos da biodiversidade local, voltados à formação de cadeias produtivas de interesse dos Povos e Comunidades Tradicionais e de Agricultores Familiares (PCTAF), numa relação harmônica entre si, com sustentabilidade, justiça social e respeito às especificidades culturais e territoriais, que assegurem a manutenção e a valorização de seus laços sociais, suas práticas e saberes, dos direitos decorrentes, da melhoria do ambiente em que vivem e da sua qualidade de vida.
É esta a definição do INCRA/Ministério do Desenvolvimento Agrário para essa palavra complicada, mas que visa antes de mais nada o respeito pelo trabalhador do campo. Independente de questões políticas, parece que o governo vem, nos últimos anos preocupando-se não somente com a produção do campo mas também num planejamento futuro, para as próximas gerações.
Durante quatro dias, em Brasília (DF), no Seminário Nacional das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade: Agregação de Valor e Consolidação de Mercados Sustentáveis será discutida e estabelecida a execução de ações para implementação do Plano Nacional para Promoção dos Produtos da Sociobiodiversidade (PNPSB). O Seminário é promovido pelos Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA), do Meio Ambiente (MMA) e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).
O MDA já vem trabalhando junto aos agricultores familiares que se dedicam a exploração sustentável de produtos da Sociobiodiversidade como castanha-do-brasil, babaçu, pequi, fibras, farinha/mandioca, entre outros, no sentido de promover o fortalecimento destas cadeias, bem como a consolidação de mercados sustentáveis para estes produtos.
Esta é mais uma iniciativa do governo pensando em sustentabilidade. Vamos ver o que está reservado para nosso trabalhador do campo…
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